País
Esquadra do Rato PSP. Prossegue hoje interrogatório aos polícias detidos no caso de alegada tortura
Ainda falta ouvir 11 arguidos. Só depois de todos serem ouvidos é que vão ser conhecidas as medidas de coação. Todos decidiram prestar declarações.
Antes dos interrogatórios, vai ser dado tempo aos advogados para analisarem alguma da prova recolhida.
Dos 15 polícias detidos no caso da esquadra do Rato, 13 são suspeitos de tortura.
De acordo com fonte citada pela Agência Lusa, 13 polícias são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros que incluem ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento, num total de nove casos descritos pelo Ministério Público.
Um dos polícias não terá agredido nenhuma vítima, sendo suspeito dos crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, uma vez que terá assistido às agressões, e outro polícia é suspeito dos crimes de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência.
A mesma fonte acrescentou que estes arguidos estiveram envolvidos nas agressões já conhecidas na acusação do Ministério Público, sendo novo apenas um caso na esquadra do Largo do Rato, na sequência de uma denúncia por violência doméstica.
Nos nove casos em questão, todas as agressões terão sido gravadas e fotografadas e, posteriormente, partilhadas em grupos do 'WhatsApp' do qual faziam parte 69 polícias, adiantou a mesma fonte.
No total, o Ministério Público aponta nove casos de agressões que envolvem os 16 detidos como suspeitos: um relacionado com a esquadra do Bairro Alto, outro relacionado com agressões na zona de bares do Bairro Alto e oito na esquadra do Largo do Rato. Com a detenção de 15 polícias na terça-feira, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo.
Dos 16 detidos na terça-feira, dois já foram libertados - um polícia e o único civil deste processo - e os restantes 14 são ouvidos em primeiro interrogatório no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa.
Na primeira operação, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros.
Outros sete polícias foram detidos em março de 2026 e estão a aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.
Dos 15 polícias detidos no caso da esquadra do Rato, 13 são suspeitos de tortura.
De acordo com fonte citada pela Agência Lusa, 13 polícias são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros que incluem ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento, num total de nove casos descritos pelo Ministério Público.
Um dos polícias não terá agredido nenhuma vítima, sendo suspeito dos crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, uma vez que terá assistido às agressões, e outro polícia é suspeito dos crimes de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência.
A mesma fonte acrescentou que estes arguidos estiveram envolvidos nas agressões já conhecidas na acusação do Ministério Público, sendo novo apenas um caso na esquadra do Largo do Rato, na sequência de uma denúncia por violência doméstica.
Nos nove casos em questão, todas as agressões terão sido gravadas e fotografadas e, posteriormente, partilhadas em grupos do 'WhatsApp' do qual faziam parte 69 polícias, adiantou a mesma fonte.
No total, o Ministério Público aponta nove casos de agressões que envolvem os 16 detidos como suspeitos: um relacionado com a esquadra do Bairro Alto, outro relacionado com agressões na zona de bares do Bairro Alto e oito na esquadra do Largo do Rato. Com a detenção de 15 polícias na terça-feira, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo.
Dos 16 detidos na terça-feira, dois já foram libertados - um polícia e o único civil deste processo - e os restantes 14 são ouvidos em primeiro interrogatório no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa.
Na primeira operação, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros.
Outros sete polícias foram detidos em março de 2026 e estão a aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.